Aventura: Um trajeu

Autores
Donadi, María Florencia
Año de publicación
2025
Idioma
portugués
Tipo de recurso
artículo
Estado
versión publicada
Descripción
O objetivo deste artigo é contrastar as vertentes da figura (Barthes, 2003) constelar que aqui chamamos aventura. De um lado, encontra-se uma definição de “aventura” que se finca num paradigma da ação, da quête, movimentada por uma busca, pelo desejo de “descoberta”, e geralmente atrelada também à ideia de “trabalho”. Considera-se esta como a tradição moderna da aventura. De outro, tentaremos reconstruir outra matriz do conceito, a partir de uma série “desvairada” que alinhava preguiça, fadiga, ociosidade (Benjamin, 2014), lentidão e, como corolário, conduzir a reflexão para as coincidências entre a aventura e o caminho arquifilológico (o trajeu), ao aproximar-se do Neutro (Barthes), a desativação de paradigmas dicotômicos, oposições (os sistemas, em termos de Barthes), e circunscrever-se (embora não como limite) como bipolaridade (Agamben, 2010) e como celebração – sem sentido nem fim (Hamacher, 2011).
Fil: Donadi, María Florencia. Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas. Centro Científico Tecnológico Conicet - Córdoba. Instituto de Humanidades. Universidad Nacional de Córdoba. Instituto de Humanidades; Argentina. Universidad Nacional de Córdoba. Facultad de Filosofía y Humanidades. Centro de Investigaciones María Saleme Burnichón; Argentina
Materia
AVENTURA
QUETE
ARCHIFILOLOGÍA
TRAJEU
Nivel de accesibilidad
acceso abierto
Condiciones de uso
https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/ar/
Repositorio
CONICET Digital (CONICET)
Institución
Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas
OAI Identificador
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