Biopolítica e normalização dos corpos em XXY

Autores
Zoboli, Fabio; Galak, Eduardo; Gomes, Ivan Marcelo
Año de publicación
2024
Idioma
portugués
Tipo de recurso
artículo
Estado
versión publicada
Descripción
A trama do filme XXY (2007), da diretora argentina Lucía Puenzo, gira em torno de uma reflexão que questiona como a ciência moderna arquiteta a tríade “corpo-sexo-gênero” na sua ânsia de categorizar e ordenar os corpos, via dispositivo dos saberes da biologia, que os classifica de modo binário. O texto objetiva pensar o corpo intersexo de Alex em XXY em termos políticos a partir de duas questões: “O que se pode fazer com um corpo?” e “O que pode o corpo?”. Desse modo, o corpo de Alex será interpelado pelos dispositivos biopolíticos da normalidade e pela potência desse corpo que sofre por assumir sua condição de existência. Conclui-se que a trama fílmica de XXY expõe o híbrido das condições sociais de existência e experiência, a impureza dos nossos corpos, imperfeitos, intercambiáveis e com intervenções.
The plot of the film XXY (2007) by Argentine director Lucía Puenzo revolves around a reflection that questions how modern science architects the body-sex-gender triad in its desire to categorize and order bodies, in so much of the knowledge device of biology that classifies them in a binary way. The text aims to think about the inter- sex body of Alex in XXY in political terms, based on two questions: "What can be done with a body?" and "What can a body do?". In this way, Alex's body will be questioned by the biopolitical devices of normality and by the power of this body that suffers from assuming her condition of existence. It is thus affirmed that the filmic plot of XXY exposes the hybrid of the social conditions of existence and experience, the impurity of our bodies, imperfect, interchangeable and with interventions.
La trama de la película XXY (2007), de la directora argentina Lucía Puenzo, gira en torno de una reflexión que cuestiona cómo la ciencia moderna arquitecta la triada cuerpo-sexo-género en sus ansias de categorizar y ordenar los cuerpos, en tanto dispositivo de saberes de la biología que los clasifica de modo binario. El texto tiene por objetivo pensar el cuerpo inter-sexo de Alex en XXY en términos políticos, a partir de dos cuestiones: “¿Qué se puede hacer con un cuerpo?” y “¿Qué puede un cuerpo?”. De este modo, el cuerpo de Alex será interpelado por los dispositivos biopolíticos de la normalidad y por la potencia de este cuerpo que sufre por asumir su condición de existencia. Se afirma entonces que la trama fílmica de XXY expone lo híbrido de las condiciones sociales de existencia y experiencia, la impureza de nuestros cuerpos, imperfectos, intercambiables y con intervenciones.
Fil: Zoboli, Fabio. Universidade Federal de Sergipe; Brasil
Fil: Galak, Eduardo. Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas. Centro Científico Tecnológico Conicet - La Plata. Instituto de Investigaciones en Humanidades y Ciencias Sociales. Universidad Nacional de La Plata. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación. Instituto de Investigaciones en Humanidades y Ciencias Sociales; Argentina
Fil: Gomes, Ivan Marcelo. Universidade Federal do Espírito Santo; Brasil
Materia
CORPO
BIOPOLÍTICA
NORMALIDADE
POTÊNCIA
FILME XXY
Nivel de accesibilidad
acceso abierto
Condiciones de uso
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Repositorio
CONICET Digital (CONICET)
Institución
Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas
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The plot of the film XXY (2007) by Argentine director Lucía Puenzo revolves around a reflection that questions how modern science architects the body-sex-gender triad in its desire to categorize and order bodies, in so much of the knowledge device of biology that classifies them in a binary way. The text aims to think about the inter- sex body of Alex in XXY in political terms, based on two questions: "What can be done with a body?" and "What can a body do?". In this way, Alex's body will be questioned by the biopolitical devices of normality and by the power of this body that suffers from assuming her condition of existence. It is thus affirmed that the filmic plot of XXY exposes the hybrid of the social conditions of existence and experience, the impurity of our bodies, imperfect, interchangeable and with interventions.
La trama de la película XXY (2007), de la directora argentina Lucía Puenzo, gira en torno de una reflexión que cuestiona cómo la ciencia moderna arquitecta la triada cuerpo-sexo-género en sus ansias de categorizar y ordenar los cuerpos, en tanto dispositivo de saberes de la biología que los clasifica de modo binario. El texto tiene por objetivo pensar el cuerpo inter-sexo de Alex en XXY en términos políticos, a partir de dos cuestiones: “¿Qué se puede hacer con un cuerpo?” y “¿Qué puede un cuerpo?”. De este modo, el cuerpo de Alex será interpelado por los dispositivos biopolíticos de la normalidad y por la potencia de este cuerpo que sufre por asumir su condición de existencia. Se afirma entonces que la trama fílmica de XXY expone lo híbrido de las condiciones sociales de existencia y experiencia, la impureza de nuestros cuerpos, imperfectos, intercambiables y con intervenciones.
Fil: Zoboli, Fabio. Universidade Federal de Sergipe; Brasil
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